Vocábulos - Alma do Poeta: Entre jogos (sorte ou azar)

20 de out de 2011

Entre jogos (sorte ou azar)


No
jogo de azar
nunca dei sorte
também pudera
nunca joguei

No
jogo da sorte
nunca dei azar
também pudera
nunca arrisquei

Por falar nisso
eu arrisquei ler
a obra poética de
Márcia Vilarinho e
Sandra Freitas
aí sim! dei sorte
ambas não usam
subterfúgios para poemar
dominan os vocábulos
com a sapiencia do intelecto

Neste sentido
minha sorte, porém
não meu azar, reside
na poesia, elaborativa
e colaborativa para
meu resumo de vida

Com ela, alimento
meu existencialismo
recheado de prazer,
alegria e desontração
sem falar no exércicio cognitivo

Os versos
Vilarianos, são revestido
de primazia, coisa de poeta

Os Freitianos
são dotados de uma
força que nos leva
as reflexões e mais reflexões

Nesta ótica de poema gótico
tudo é luz, tudo é brilho
é o que o universo precisa
para  se alimentar do abstrato
em incidência com o concreto
com real, com o explícito.

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