Vocábulos - Alma do Poeta: Um pingo de tristeza.

20 de out de 2011

Um pingo de tristeza.


 Não queria, tomar essa atitude, para que não surgisse algum atrito, porém ao perceber que somos todos adultos, e por sermos poetas, a democracia e o senso crítico óbvio é mais aguçado, assim sendo, venho mostra meu relato.

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Quando li o poema
sou irmã gêmea do universo
de Márcia Vilarinho
confesso que fiquei boquiabero
por perceber a exuberância do seu enredo

Fui tomado por uma energia
maravilhosa, tanto que abri
o vinho e tomei duas taças
para comemorar a poesia
Mas, foi pouco, pelo que os versos
se me abrilhantou, como magia
com algo inusitado.  Diria que este
poema, é como uma pena de Pavão
que ao cair no mar, todos os peixes
ficaram encantados com as cores
da pena do pavão, entretanto
fui mais além, uma espécie
de perfume no ar, feito a presença
de Nossa Senhora, peguei da caneta
e parodiei, o exuberante poema

Decorre que ao posta-lo
em uma eterna homenagem
a referida poetisa, como um troféu
de reconhecimento, fiquei um poucio
triste, porque só houve dois comentários
eu acho que este é um momento
em que devamos reconhecer um bom
trabalho, óbvio poderia ser qualquer poeta
num momento de iluminação,
quero deixar claro que não busco
quorum, quis apenas um reconhecimento

Entretanto os comentários
para "Versos de improviso"
(impucionado por versos Vilarianos)
teve comentário da própria
e de Bratriz Prestes, a qual
me curvo poeticamente, não estou
descontente, porque elas
repressentam o universo de poetas
aqui desta casa. 

- Agradeço a compreensão.

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