Vocábulos - Alma do Poeta: Versando a prosa Part II

20 de out de 2011

Versando a prosa Part II




"Eu sou
     como uma borboleta
                tudo que penso
                           é em liberdade"  (Benito de Paula)

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- Mergulha o dia  
- como um pouso mágico
- Quando deita o sol
- Às mãos do Senhor!!!

-  pá pá pá pá pá pá pá pá !!!!!(palmas)

- estava eu ensaiando declamativamente estes versos  de  autoria de Wagner Marim; hora antes havia orado ao Senhor, induzido por um sentimento de ira em função das atrocidades que vemos nos jornais de TV e outras tribunas, sem dúvidas, tá rolando uma guerra sinistra, podemos até intitula-la de revolução civil, morro contra justiça e matando-se injustamente.

- Olá dona Prosa!!!!!!, até que enfim retornas-te!
- Pois é Mário Bróis, estive fazendo uma viajem a uma tal Xanadu, dizem ser uma cidade imaginária, porém fui em busca do viajante que esteve na tal Xanadu, porém ele morreu mas não deixou a trilha para se chegar lá.  Estive em Budapeste, a procura da última estação, porém o progresso já havia banido a estação.
- Mas, dona prosa; afinal que fostes fazer em Xanadu?
- À procura do Rio Alph!
- Com que intenção?
- Vê se encontrava as tais amantes, que se banhavam com as águas do tal rio, para invocar os amantes-demônios.
- Pelo amor de Deus, dona prosa, aguce sua fé, essas coisas de imaginários será que tem fundamento, dentro da lei de Deus, quem sabe se o rio que tu  procuras, não seja o rio que Sidarta, (o Gotama) costumava dialogar com os espíritos de luzes para iluminar seus caminhos!.
- Vamos deixar esse assunto para outra hora Mário Bróis, vim aqui em nome da guerra!!!!!
- De quêêêeêêê? Dona prosa?
- ou; desculpe!!!! falo: "Em nome da paz".
- Ahhhhhhhhh, já fiquei um tanto nervoso só com essa tal palavra, que não quero nem repetir.
- Pois é meu querido degustador de vocábulos, a humanidade precisa que se levante um movimento, uma bandeira entrincheirada em defesa da paz, as guerras e revoluções sanguinárias esão avançando fora do controle das autoridades.
- A questão dona prosa, é que a maioria das autoridades se corrmperam, e aí perdeu-se na autonomia.
- É justamente neste ponto que venho em nome da prosa, pedir que a poesia, por não ter se corrompido, que haja dentro das necessidades de uma nova ordem mundial em nome da paz.
- Olha Dona prosa, com certeza esse movimento né, esse levantar de tonacidade invocada pelos vocábulos, os poetas já estão empenhados, embora um pouco dispersivo, pela adversidade de localidades, mas eu me comprometo contigo, de começar a me mobilizar, acredito que nós já tenhamos um profeta da poesia chamado Rogério Miranda, que já tá prestando poeticamente um trabalho fantástico em nome da paz, vou contactar com ele para que juntos com os outros poetas, possamos pacificamente fazer dos vocábulos uma     verdadeira revolução em nome da paz.
- Olha poeta Bróis, estou envaidecido de sua aitude pode contar conosco, que somos da prosa, farei contato também com os cantadores cordelistas e  violeiros, enfim todos que fazem da cultura escrita, algo mais que memorável e relevante.

- Dedicado ao poeta da paz; Rogério Miranda.

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