Vocábulos - Alma do Poeta: De parceria com ovento.

20 de out de 2011

De parceria com ovento.


"Perguntei para o vento sobre sua origem
         ele me disse que na visão dos cientistas
             dizem que sou o resultado do deslocamento
                de massas de ar derivado dos efeitos das diferenças
                   de pressões atmosférica.
 - Na verdade sou partícula particular de Deus.
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Na
convicção
de descobrir
os mistérios da natureza
os quais Deus não revela,
aliei-me ao vento

Para dialogar com ele
foi necessário conhecer
os quatro pilares da terra
inserir-me nas sociedades sumárias
praticar e propagar o evangelho
(com seus mandamento e insignias)
ler o alcorão, a doutrina Kardecista
e freqüentar países politeistas
e me submeti com capricho e adesão

O vento me ensnou
que devemos ter segurança
em tudo por tudo, seja para
semear o bem ou propagar o mal

O meu maior desejo
fora descobrir como ele equaliza
a hora de alastrar um incêndio
ou amenizar o calor dos humanos na terra
disse: "o segredo está entre a soberania
e o domínio do que prevalecer a decisão

Eu tive
a oportunidade de ver o vento
precisamente na praia de cotovelo (RN)
onde há falésias altitudinominal.
Há poucos dias tive lá
e vi o vento triste e cabisbaixo
pelos genocídios, violência desenfreada
mas, acima de tudo pelo desprezo
que a humanidade tem para com Deus
agradando ao anti-cristo.
Por isso a Ásia e outros continente
são atingidos por fenômeno sobrenaturais.

O vento
é uma partícula de Deus
extremamente obediente ao Senhor
tem entrada livre no céu
ele será a mola propulsora no dia do juízo final.

É invisivel
para a quase totalidade da humanidade
porém é perceptível, por causa do ar.
Então pergunto prá ele sobre minha curiosidade
dos mistérios que nos rodeia desde o principio do mundo
e ele: - Os mistérios que não são revelados
aos profetas e aos cientistas
é reservado ao Rabi em função do Ágape
que só há nele, o nosso amor é superficial
porque estes mistérios pertencem a morte
(a chave de todos os mistérios)

Encerrando com Drumond:
                  "o passarinho voa no limite do espaço
                   respiramos o oxigênio, no limite da atmosfera
                   mas, a morte não tem limite
                   é a verdadeira liberdade"
coisas do poeta maior de Minas.


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