31 de ago de 2013
Da série: tratado com a poesia
ao
abrir
meus olhos,
ouvidos e minha men
te para a poesia, me senti no to
po de uma montanha, uma emoção tamanha
ao
lançar
meus olhos
com amor e ternura
para a poesia; ah!!! Que prazer
estonteante sinto a todo instante dentro de mim
pois
assim como
Cristo contemplou um
vale de lírios, assim sou eu diante
da poesia, em cada verso que em inspiração
i
r
r
a
d
i
a
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abrir
meus olhos,
ouvidos e minha men
te para a poesia, me senti no to
po de uma montanha, uma emoção tamanha
ao
lançar
meus olhos
com amor e ternura
para a poesia; ah!!! Que prazer
estonteante sinto a todo instante dentro de mim
pois
assim como
Cristo contemplou um
vale de lírios, assim sou eu diante
da poesia, em cada verso que em inspiração
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r
r
a
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Exibições: 17
Tarde sem crepúsculo
ao
abrir
meus olhos,
ouvidos e minha men
te para a poesia, me senti no to
po de uma montanha, uma emoção tamanha
ao
lançar
meus olhos
com amor e ternura
para a poesia; ah!!! Que prazer
estonteante sinto a todo instante dentro de mim
pois
assim como
Cristo contemplou um
vale de lírios, assim sou eu diante
da poesia, em cada verso que em inspiração
i
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r
a
d
i
a
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meus olhos,
ouvidos e minha men
te para a poesia, me senti no to
po de uma montanha, uma emoção tamanha
ao
lançar
meus olhos
com amor e ternura
para a poesia; ah!!! Que prazer
estonteante sinto a todo instante dentro de mim
pois
assim como
Cristo contemplou um
vale de lírios, assim sou eu diante
da poesia, em cada verso que em inspiração
i
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r
a
d
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18 de jun de 2013
dedicado a Jerusa Almeida
com o carinho do poeta
durante
minha vida vi passar
por mim muitas coisas, algumas deixaram
saudades, outras ficaram apenas na memória. Muitas alegrias
eu tive, trago comigo; outras tive decepção, estas eu lancei-as aos ventos fortes
tive
momentos de
surpresas e estes nem sei onde
coloquei-os porque diluiu rápido, feito efêmero
também tive momentos emocionantes e estes massagearam meu .
ego
e minha vaidade
mas não deixei-os me empolgar demais,
mas agora abro meu coração para novos sentimentos e quiçá
você esteja neste momento sendo novos ventos a me transpor para um novo lugar.
Inextricável (poema a quatro mãos)
o
abstrato
me acalma, o absoluto
me consome e nada há de matar essa
fome do que venha a ser inextricável. E nessa visão
(ver
tiginosa
lombra inebriante)
onde o eterno irrompeu no efêmero
não havia matéria; não havia o desgaste, e tudo que
aprendina vida nessa grande universidade agora sim teve fundamenteo
o
estático
me destrói o que
tem movimento me fascina
o ômega é um precipício estancante, o
princípio, meu interesse ao impropício. Prefito
ser um
manitó que um
deus sem cabeça; prefiro ser
um espírito na selva que um carnal na selva
de pedras. Tem horas que preferiria ser o sol - posso
aparecer(dias límpidos) ou não aparecer (dias nublados) ou quiçá
ser
o vento
tocar em tudo e
em todos imperceptivelmente
...............................
duas primeiras estrofes; Léo
duas últimas; Mario Brois
.........................................
dedicado a Gleyciane cortez.
17 de jun de 2013
entre o tempo e o perfume
hoje
ao acordar
na matina enso
larada lembrei o teu perfume
de menina que cresceu, mas o aroma
não envelheceu. No ar um cheiro de jasmim e teu
odor impregnado em mim; se teu cheiro me provoca desejo
imagine
o que está guardado
abaixo de seu umbigo me colo
cando em perigo dia e noite noite e dia; mas oxalá
seja
Deus que me
me removeu dos ateus
e me entregou de proteção aos braços
t
e
u
s
.
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15 de jun de 2013
Da série: o degustador de vocábulos.
Esta
será a capa
do livro que aglutinará
uma coletâneas de poemas meus
com desenho de minha autoria feitos exclusivo
para: "o degustador de vocábulos" título do referido livro, breve.
..............................................................................................................................................
degusto
vocábulos, como
quem vive em mosteiro no Tibet, isso
mesmo; feito monge, meditando dia-e-noite noite e
dia, assim sou eu para a poesia, prodigiosamente abro minha mente,
e deixo os vocábulos fazerem festas e mais estas e mais festas. Com os vocábulos,
afiados;
encaro guerras
batalhas entre samurais, gladia
dores, Vickings, Piratas do Caribe ou não ciga
nos tribo nômades. É, com os vocábulos eu faço festa onde chego
pode ser em Natá (como diz o matuto) ou mesmo em Qatar onde Sisol está
e
ao
Léo
ela manda
Iê
e eu
que num soubesta fico a ler
enquanto
ela
vem
me
v
i
s
i
t
a
r
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.
dedicado a Silvia Sol
Imagem em si poema em sol
queria
apenas um
pequeno tempo
para entrar no teu templo
descobri teus segredos e pensamentos
sobe
ranamente
resgatar tuas manhas
com este rosto de dama tamanha
tao linda, tão mulher, tao fêmea; é para você mesmo
que
dito esses
versos; que rasga e
resgata de dentro de minha alma
sensibilizada enquanto também acalentada feito
uma
fantasia este
reotipada a despir-me sem
malabarismo bem abaixo da beira do nosso abismo.
24 de set de 2012
Moro
dentro da beleza
dela, que mora no universo
de uma amizade a caminho da comunhão.
Seus olhar é brilho, é lume e adversão, a arte da versão.
Moro
fora dos seus quereres
porque nem sei dos meus nem dos seus;
feito pássaro liberto, na amplidão do universo em pauta
do seu rosto faço um verso: "belo e em paz" do seu sorriso desfaço
a guerra dos animais, que não nada oferecem mais, a ser não ser máscaras.
Moro
no próspecto
que a gerou, (e como)
feito uma admiração, sim!
Quem não tem pátria é expatriado, moro num jardim
dentro de mim que tem o coração alado, nada consegue ficar parado.
Adoro
movimento
o estático me destrói
e pela foto se percebe, a beleza
de um universo feminino, que eu fico rindo
feito um menino, feito uma contemplação, enfim emoção.
1 de set de 2012
31 de ago de 2012
poema equação
Quero
fazer uma dedicação
mais que especial, para as poetisas,
Regina Raggazi, Suzana; pôxa se for citar todos que
visitaram meu blog vai ser grande a listra, fica o meu abraço
poético a todos.
........................................................................................................
Eu (Bróis)
Ela (poesia)
Eu + ela = Alegria
Ela + eu = emoção
Eu - ela = vazio
Ela - eu = solidão
Eu : ela = deserto
Ela : eu = ermo
Eu x ela = descomunal felicidade
Ela x eu = felicidade descomunal.
16 de ago de 2012
Beli, Beli.
do
teu
sorriso
faço minha
alegria de viver
do teu olhar doce delírio
a adentrar em minhas retinas
feito báslsamo benigno, esplalhando
aromas, perfumando ambientes e mais e mais
Beli
não fosse
a tua beleza que
seria da humanidade; adoro
teu olhar no meu olhar. Assim contem
plando tua beleza, me sinto também maisbelo
do que o que sou. Beli, Beli, querida sobrinha de ti
não quero nada, a não ser um cheiro e um abraço teu. só
assim a humanidade irá perceber que o quer rege nossa atmosfera
é o calor humano; disso nunca me engano, beijos do tio Mário Bróis, poeta.
Arlequim e realidade
Na
desenvoltura
da tua altura, nunca
esconda o rosto para si memso
senão quando fores ao espelho naõ te
contemplarás; pois os olhos foram feitos par
serem livres leves e soltos; senão não veríamos à nossa
fente a tudo e a todos e aind mais registramos em nossas mentes
Foi
assim que
conheci meu antigo
amor. Ai de mim se não fosse
meus pares de olhos. Não teria achado-a
nunca sem vista; ela é um amulher que retrata o mundo
atrvéds dos pincéis; foi assim que me vi pela primeira vez numa tela
e fui seduzifdo pelas tintas; nunca mais a perdi de gvista, nos visitamos quando
e
s
t
a
m
o
s
a
f
i
n
s
...................................................................................Bróis.
Bróis e o deserto
Sou
assim
mesmo,
feito um
eremita, sim!
Fazendo da solidão
o grito do meu silêncio
Sou
assim
mesmo;
feito escorpião,
na hora da defesa
injeto veneno, só que
meu veneno não mata e sim
dá mais vida ainda, porque ele é
constituido de vocábulos, feito volumosas
serpentes no deserto, donde a poeta clamando nele
Diz:
serpentes
no deserto/um
caminho a seguir" busque
sua saida em pleno deserto que no
mais; em qualquer outra estrada situação
irás tirar de letra qualquer impempéries. Pois é foi
assim que Cristo se revestiu de coragem, fora justamente
n
o
D
s
e
r
t
o
...................................................bróis.
12 de ago de 2012
11 de jul de 2012
Rosa e sombrinha
Era
inverno,
e eu
louca de saudade
do meu amor,
resolvi encarar
as torrentes águas;
que desciam do céu
feito enxurrada.
É
inverno,
e eu
louca por meu amor,
resolvo levar
flores vermelhas,
a cor do amor;
mas ao que vejo
em meio ao acaminho
da floricultura,
as flores se apresentam
para mim
como algo surpreeendente
e mesmo com dificuldade
removo o buquê
e levo para meu amor.
...quando acordei deste sonho
havia uma carta para mim
- ocorreio deixou Madame,
para a Senhora,
tá com uma meia hora.
Ao abrir a missiva,
era seu amor Felipe
vem atravessando o atlântico
- daqui há dois dias estarei
chegando, aguarde;
beijos.
3 de jul de 2012
2 de jul de 2012
Felicidade.
Não
conheço
os limites do infinito
mas conheço
na palma da mão
os segredo
de uma união
Fogo
jamais irá
se unir com água
mas paixão
combina com amor
Oxigênio
alimenta fogo
e os ventos
alastra-o
assim é o amor,
puro,em sua
essência
Isso mesmo
falo do amor
que provoca logo
no olhar uma ereção
uma mão na outgra mão
abraços de dois corpo
em um.
30 de jun de 2012
12 de jun de 2012
Versos e oceanos.
Hoje
quero versos
em vez de inspiração
fazer talvez
um samba canção
onde o mar se faça presente
Hoje
quero um ocano
dentro de mim
aí sim!!
serei lâmina,
na superfície aqüifera;
da imesndidão
dos sete mares
Assim sendo,
uno
Oriente ao Ocidente,
Ásia com Oceania
e no retorno, passo no Rio
dou um beijo em Gioconda
depois me mando
para as praias da Bahia
Para
aquebrantar o coração
visito Dona Canô
em Santo Amaro da Puificação,
como um acarajé
sentado ou em pé
no meio da maultidão
que faz a celebração
das lavagens da igrejas
onde as crenças se fundem,
se mesclam
...e tudo se faz liberdade
que a humanidade
tanto almeija,
junto com
a paz.
tanto almeija,
junto com
a paz.
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