Um enlace:
este poema é de minha amiga
Luciene Lima prado, ja frisei aqui
que ao meus olhos é a maior poetisa
na literatura contemporânea.
Nao é uma homenagem, é algo além disto;
simplesmente eu achei o poema demais
e pedi sua utorização para posta-lo aqui,
espero que os leitores e seguidores degustem
como quem degusta româ ou maçã
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Sei que ainda amo
E assim me ressucito
Sei que não me engano
Do amor faço meu rito.
Meu sentimento é meu espaço;
Minha solidão, meu travesseiro.
No amor me embaraço,
E ainda não é fevereiro.
No amor me imortalizo,
Assim sinto de perto a vida.
Liberto meu choro e meu riso,
Para colar minha alma dividida.
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(Luciene Lima Prado)










