Pedi
licença a Deus,
para sê-lo
por um tempo efêmero
Do
alto
de sua morada,
por entre as bolas de algodão;
pude perceber o caos
instaurado
no cerne da humanidade
E
me fiz Deus,
para equalizar todas as razões.
Mas
esse meu povo,
que fiz do barrro e dei-lhe o sopro
do divino Espírito Santo,
dei-lhe também inteligências
agora andam às turras
vendendo suas almas ao diabo
em nome da promiscuidade
e desejos carnais, além das vaidades
transgridem meus desejos e ensinamentos.
Quando vi
a mendingência,
fiquei irado.
Quando vi a pedofilia
fiquei envergonhado.
Quando vi o sadismo; minha espiritualidae
tremeu nos sete pilares
que sustetam meu trono.
Quando vi os falsos profetas
dispersando minhas ovelhas
ah!!! que manifestação de insatisfação
tomou posse de mim,
e o sadismo, que nojenteza
que ridículos, mas não vão
abominar os heterosexuais
Quando vi
a violência se avolumando
feito bola de neve,
dei as costas para o trono
e meus anjos-de-guarda baixaram suas cabeças.
envergonhados e tristes
Muitas
chances, tenho dado a esse povo
perdô-o setente vezes setes vezes
para ver se se arrependem de tanta iniquidades,
mas não tem jeito.
Oh!!!
quantos horrores ví
e estarreci-me
que poderei fazer para salvá-los
tanta criminalidade
tanta atrocidades
quanta falta de solidariedade
quanto furdunço
quanta hipocrisia
tanta falta de amor no coração
quanta discrimanção.
Bom!
aí pedi licença ao Senhor,
para voltar pro meu habitat de caos
e de tão envergonhado
esqueci de pedir minha benção












