Vocábulos - Alma do Poeta

12 de mar de 2012

Um ser iluminado.


Este poema é dedicado ao dia internacional da mulher
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Mulher
feito
primavera,
entre aromas e fragrâncias
exlando e perfumando o ar.

Mulher
 feito 
outono,
com seus matizes;
e as folhas secas caidas
representam renovação,
assim é a mulher gerando vidas
em seu saudável ventre.

Mulher 
feito
verão,
irradiando calor e luz
alimentando sonhos 
verbalizando realidades.

Enfim, mulher
feito
inverno,
realimentando solos,
aguando lavouras;
fontes de sustento.

Mulher
 um ser que cura com seu amor
mulheres em eternas batalhas
umas vencidas outras derrotadas,
mas nunca rendidas.
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com o carinho do poeta Mário Bróis.,

Onde a beleza reside


Este poema, 
podemos compará-lo
a garota de Ipanema, porque o Vinicius de Morais
o compôs ao ver Helô Pinherio
passeando prá lá e pra cá; assim o fiz
com este poema dedicado e inspiradoem Andréia
ela trbalha aqui na mesma espresa que eu, e ao vê-la passando
pude perceber o quanto a natureza é dotada de prodigiosidade.
Não tive coragem de pedir uma foto sua
para inir como imagem junto com o poema, mas pedi autorização a ela 
para posta-lo. Desejo a todos uma boa leitura.
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Ao 
observar
a beleza
que te segues,
ao andares,
sinto uma áurea de Deusa medieval
suntuosamente estonteante;
uma beleza 
aliada a natureza.

Ao 
obervar
seu sorriso,
percebo o quanto
a alegria em ti
é algo majestoso.

Diante
de sua beleza;
as estrelam sorriem e brilham mais,
o sol fica mais iluminado,
e a lua  nostálgica que é 
fica toda faceira
a quere contempla-la,
os seres humanos ficam 
com olhares mais atentos.

Diante 
de tua pródiga beleza
onde a natureza esculpiu-a
para seres assim: 
bonita irradiantemente.

......................
Do poeta Mário Bróis com carinho e afeto.

Soneto à luz dos vocábulos.



 Luz e mar, são vocábulos a vista
unindo os diversos mundo do artista,
indo em todas as direções do mundo,
zeando todos desgosto profundo.

Mestre das palavras em liberdade,
atravessa rios, atravessa a saudade;
repara o tempo quwe passa e o que fica
impôe-se no versos que o testifica.

Olvida o que  poesia já não for
comove a todos com linhas e dor
 oculta o que não é belo nas entrelinhas

Sereno, faz das plavras rainhas;
trilha belos versos noite e dia,
ardoroso amante da poesia!

Luciene Lima Prado
(Soneto dedicado a Luiz Mário da Costa, o Mestre do vocábulos.  Pela nossa amizade, pela admiração mútua, pelo grande poeta que ele é, pela eterna gratidão pelo crinho que  dedica a todos os poetas, é o mínimo que ofereço a você; perdoe-me se não estiver a sua altura do seu talento).
 


6 de mar de 2012

Homenagem póstuma (Bob Marley)


Ele
evolucionou
o mundo da música
com seu regae, dançante


Ele
inoculou o evangelho
dentro de suas composições
muito falou sobre o monte sião
e das idas de Jesus, ao monte 
das oliveriras para orar
ele era muito religioso
apesar de ser usuário da ganja
que está atrelada ao rastafari
mas  ser rasta é uma questão de opção
agora ouvir os regaes musicalmente
é só aguçar os ouvidos
o ritmo merece, 
solto e discontraido

2 de mar de 2012

Sonho e delírio

 
No mar
dos teus sonhos
eu
 
Na terra
dos meus delírios
tu
 
eu + tu = sensualidade libidinosa


28 de fev de 2012

Duas belezas inconfundíveis intrinsecamente



Duas belezas
duas criaturas maravilhosas
rostos feito cenários
feito aquarela
feito coisa bela

Duas irmãs
o mesmo pai
fonte geradoras de saudade,
de afagos, e de carrinho

Quando  nasceram
troxe-as nos braços
duas belezas
duas alegrias
um só mundo

Duas realidades
duas emoções
estonteantes
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 Bróis
............................
Um enlace:
todas duas são minha s filhas
a da direirta: Marina
a da esquerda: Marian.
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15 de fev de 2012

Em busca da alma gêmea



Na 
expectativa
de encontrar-te
percorri milhas e milhas
de suas pegadas
e na curva do planeta
retornei desiludido

Na 
ansiedade de cheirar-te
inalei todos os perfumes 
(ao meu alcance)
mas nenhum 
tem o aroma 
igual ao seu

Na 
ilusão de abraçar-te
tornei-me parceiro dos ventos
percorremos todos os continentes
 e retornamos 
sem êxito

Já 
não há mais em mim
expectativa nem ilusão
há sim um olhar na multidão
no desejo de encontrar
minha alma 
gêmea
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...Bróis...

10 de fev de 2012

...e agora?

Fujo,
mas, não de mim mesmo
senão, seria eu covarde

Fujo
não para esconder-me 
na própria sombra

E sim,
da vioência, que invadiu
os grande centros urbanos,
e pequenos também,
nos confinando; feito pássaros em gaiolas.

São
atrocidades,
que nos torturam por dentro
imperando feito revolução civil,
amedrontando-nos
deixando a sociedade
em polvorosa situação

Perdemos o senso
de patritismo, manchamos de sangue 
nossa bandeira, verde, azul de anil
de um lado tráfico, envolvendo:
trficantes, policiais e justiça
e a sociedade delimitada 
em seu espaço, sofre as depressões 
do porvir.

9 de fev de 2012

Caminho de luz (dialogando com Deus)


Nem 
que todos 
os raios do sol,
desapareçam;
...és minha luz
de geração a geração
de eternidade a eternidade.

 Nem 
que o tempo
pare, e eu
não adormeça;
teu templo será
minha morada
(um tremendo abrigo)

Nem 
qu'eu me perca
de tuas trilhas estreitas
tuas mãos me resgatará
e eu, olharei dentro
dos teus olhos ungidos,
resplandecente, transparente,
radiantemente;
e seguirei teus passos
(tua palavra)

..................Bróis...............

Sorriso entre flores


a dama,
se fez musa
em minha vida
...promovendo amor.

Desse amor
frutos geraremos
geneticamente

E
a musa 
se fez felicidade
e espalhamos o sorrir
...gerando alegria e mais alegria

No sorrir:
esperança
sonhos 
desejo

...quiçá
   paixão 
alimentando vidas, 
e mais vidas 
e mais vidas

2 de fev de 2012

Rosa Vermelha (para Giovana Costa)


Todos 
os dias 
sonho
e neles te vejo

Ao ver-te
percebo em ti
uma luminosidade irradiante
transbordante

Sonho
todos os dias
e neles; sua áurea 
brilha, clareia, resplandece

feito anjo,
feito estrela
cintilante

És
de fato
linda.


............................D'pai:  Luiz Mário da Costa...............

- dedicado carinhosamente à minha filha Giovana.

O degustador de vocábulos (uma chamada ao livro)

Degusto
vocábulos
como quem mastiga maçã
na primeira hora da manhã

Degusto
vocábulos
como quem bota a mão
tira do pé e come o mamão

Sim!
sempre e sempre,
degustei-os, com os olhos
mas a mente é quem ler,
como quem ler o amor.

Amor interior, 
feito cordão umbilical;
e faço deles, 
a arte maior
do meu viver, 
e querer
viver.

31 de jan de 2012

Uma declaração de amor explícita


Há uma poetisa
por nome de Luciene Prado
que, entre as constelações de poetas
que habita no planeta 
ela na caneta verseja
e como verseja.
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Quisera eu
ser um kiromante,
para que dos traços da linhas
de duas poéticas mãos,
eu poder desvendar 
todos os mistérios 
do teu destino, mas a poetisa 
que habita em ti
feito dinastia de impérios medievais
transformando-te em embaixatriz 
dos vocábulos;
não me deixa

Quisera eu,
ser místico e exotérico;
para remover tua sapiência
e destruir tua demência
de querer rejeitar a poesia;
tua alma sofre por tua matéria
mas teu espírito, regozija
porque há de reinar por eternidade 
e eternidades a mais
essa menina sapeca que faz da poesia
uma sabedoria, uma oligarquia

Quisera eu
estar em todas as revoluções 
contra ti;
e eu feito um mestre num olhar
como samurais, e mais samurais, e mais samurais
destruir todas elas, em evolução;
pra ficar com teu poema
feito canção.
....................................................
...Bróis...

-esta poetisa merece uma visita:
poemas tecidos - poemastecidosblogspot.com;
recanto das letras e páginas na internet.




30 de jan de 2012

Versos e soberania (para Regina Ragazzi)



Caro
leitor
se você estivesse
diante desta imagem
o que dirias
ela , mesmo que não
sejas poeta
irás formar um poema
 em sua mente

Mas, eu
trouxe essa imagem
para comapará-la
às belezas instrinsecas, inextricavelmente
dos poemas em versos
ou prosas,
 de Regina Ragazzi;
a meu ver
 uma poeta contemporânea
quiçá, vos direi; poeta futurista

Sim!
seus poemas
abrem janelas
para oceanos inabitáveis,
nos conduz a universos
desvendando mistérios
e mais mistérios e mais mistérios
pois é! - poesia desmistificando lendas,
mitos.  

São versos
que nos faz apegar-se-lhe
diginificantes poemas;
onde o belo
se perde na própria beleza,
como o espelho
que reproduziu a lindeza
de Narciso.

Os
vocábulos
em seu recanto inspirativo
não medem distância
para despir-se à sua criatividade
alegres ;eles (os vocábulos)
batem palmas
pelo conjunto
de suas
poesias.


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...Bróis...



Da série: poemas em guardanapos - Caminhos a trilhar.




Sempre
e sempre
procurei andar,
trilhar caminhos
que possa ter
 a visibilidade geral
das paisagens
enquadrando-as no meu olhar

Nem ando
pela esquerda nem direita
estou sempre no  meio
meio de gentes
meio da floresta
meio da luz
meio da noite e
meio da rua

Meio
como meio
de viver, de andar,
de sorrir, de chorar,
de cantar e declamar

E
por entre os poetas
eu no meio, dos versos
que me envaidecem.
Também os vocábulos
em proporções
dilaceradamente ilimitáveis
em cor, em enredos,  em ação 
sendo ação
promovo uma evolução
inversa a todas as revoluções
que no final
pode dar em nada
do que eu queria
mas vim, lutei, perseverei

Ainda lembro
do cheiro impregnado
do barro placentário
do ventre de minha mãe;
se soubesse lá
que as atrocidadeds do mundo
fossem tão cueis
tinha pedido para morar
eternamente
na placenta.

...Bróis...






27 de jan de 2012


Eu
sem poesia
me sinto sem oxigênio
ou mesmo, desidratado
- isto mesmo!
poesia para mim é água
saciando minha sede

Eu
Sem poesia
sou um pássaro
sem ninho
sou cama sem solitária
(sem parceira)
sou mendigo
desprezado 
num deserto

Eu
sem popesia
sou solidão
sou sino, sem baldalo
sou só
sem irmão
sou ermo
sou desencontro

Eu 
sem poesia
sou alienado, ignorante
sou azar, sem sorte
mas
nunca fiquei sem ela
a mesma tem me acompanhado
em toda trajetória existencial
e assim confesso
que todas as ameaças
que tentaram me abalar
sairam desembestadas

A poesia 
para mim
é arco, é flexa, é defesa
com ela me sinto belo
feito um panorama no cosmo
tendo o céu como toldo

- Aí sim, 
sou constelação
de  versos e 
e mais versos
e mais versos