Fujo,
mas, não de mim mesmo
senão, seria eu covarde
Fujo
não para esconder-me
na própria sombra
E sim,
da vioência, que invadiu
os grande centros urbanos,
e pequenos também,
nos confinando; feito pássaros em gaiolas.
São
atrocidades,
que nos torturam por dentro
imperando feito revolução civil,
amedrontando-nos
deixando a sociedade
em polvorosa situação
Perdemos o senso
de patritismo, manchamos de sangue
nossa bandeira, verde, azul de anil
de um lado tráfico, envolvendo:
trficantes, policiais e justiça
e a sociedade delimitada
em seu espaço, sofre as depressões
do porvir.












