Vocábulos - Alma do Poeta

20 de out de 2011

Guardo no sangue o verde o amarelo e o anil (meu sangue é Brasil)




Dedico carinhosamente
este poema a minha querida amiga poetisa
Amarillis Pazzine Aires, acima de tudo
pelo seu sorriso constante.  Ósculo.



Diante
do teu sorriso
me rendo da minha ignorância
Diante
do teu sorriso
peço perdão a Deus
pelas minhas transgressões
na certeza de que Ele está presente
neste teu dilacerado sorrir

Diante
do teu sorriso
me rendo as façanhas
e olho para minhas entranhas

Despir-me
jamais
a não ser
para o sorriso que nos envolve
e nos leva a meditar, a refletir
a raciocinar; os elemento que
envolventemente estamos inseridos
e deles , ao invés de preservá-los
na ótica cristã, não; invertemos
ao anti-cristã

Se
o reino do alto é luz
da própria natureza
aqui a luz é artificial
é preciso
um aqueda d'água muito forte
e essa água vem de onde?
vem do reino, da natureza
da Soberania celestial
de um Senhor que só deseja-nos o bem
e nós propagando o mal, o incesto
assim algum dia em vês de sorrirmos
iremos desaguar em choro

Enfimdiante deste sorriso
me rendo ao silêncio
para não cortar o barato da alegria
alegria feito sinônimo e verbo
verbo num rosto infantil
dum país chamado Brasil.

<BRÓIS>>>
- um enfoque importante que esqueci: O título deste poema é extraido de uma música de Almir Guineto cantado pela Beth Carvalho.

Lutando contra o oposto


Olha!!!!
mas eu lutei; irmão
viu!!!
lutei com unhas e dentes
até esgotar-me
para evitar a devassidão
que assola a multidão

Olha cara!!!
eu lutei!!
tentei
mas, tentei mesmo
de todas as formas
que a miséria não se propagasse
em nosso meio social, existencial
neste sentido Karl Maxz tinha razão
em compor em nós
uma sociedade em comunhão
o que afastou o comunismo de nós
foi a isenção dos cristãs
e os falsos comunistas

Travei
altas batalhas
até comigo mesmo
buscando apoio pacífico
mas não encontrei-o
e minhas forças se dissiparam
face a minha vontade
de não formarmos um asociedade
corrupta e depravada
uma sociedade medrosa
e ao mesmo tempo violenta


E
diante de tal situação
ainda há tempo para sorrir
ainda há tempo para brilhar
ainda há tempo para a alegria
há tempo até para nostalgia

É só administrar o tempo
dentro de nós,
desde o raiar ao por do sol
ao aparece e desaparecer da lua
e com o olhar de águia
conceber que as ações cistãs
é quem, nos irradia

Da série poemas em guardanapos - partícula infantil






Bekin Bassan: achei os escritos que te falei da criança, o rascunho estava entocado num suposto bau de papelão feito com minhas mãos: "aproveito para dedicar a ti, que tão bem falas do amor em sua plenitude, feito as poesias de Manoel Brazão e Bruno Gaspari".

<><><><>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>/p>

Quando criança
somos o que somos

Banhamo-nos nos rios
feito Adão

Quando criança
vivermos de imaginação
as ilusões
não fazem parte
do nosso universo

Os sonhos
são perpetuações

Somos
um todo, inteiro
sem subtração e sem divisão

A inocência
que permeia
nossas ações e gestos
é imune a malícias

Porém
quando adultos
muitos homens esquecem
ou mesmo abandonam
esta eterna criança
que reside dentro de nós
pertencente à nossa eternidade

Ao desprezar a criança
que habita em si
o adulto trilha caminhos
desprovidos de inocência
e impetrado de muitas malícias

- Um exemplo?
- as guerras, desumanas!!!!!
-outro exemplo; devassidão,
  corrupção, e por aí vai...

São trilhas
que colocam a humanidade
em situações propensas

A covardia, a falsidade
não pertence a criança
que o adulto deixou morrer;
por isso Deus diz:
"Àquele que quiser
  entrar no meu reino
  terá que vir feito criança"

No entanto
os adultos que não se perderam
desta habitante criança
dentro de nós
com certeza são seres livres
de qualquer penalidade.

Poema feito canção (para Gioconda - filha)



Quando
todas as canções
extinguirem-se
serás uma eterna canção
ecoando em todo o universo
uma canção cósmica
assim sendo
chegará aos ouvidos do Senhor
em forma de louvor

Sendo canção
tocarás o coração de todos
inoculando tua beleza
ocidental e transcendental
(Nordestinamente Brasileira)

Serás
a musa dos viventes
consolarás desejos dissipados
converterás tristezas
em legrias e mais alegrias e mais alegrias

Com
tua alma de nordestino
estraçalharás a aira dos suvinos,
saciarás a fome e a sede
dos deserdados
da sociedade (os desamparados)
assim se perpetuarás em vidas e vidas e vidas

      <><><><><BRÒIS<><><><>

Da séire poemas guardanapos: Claridade (iluminada pelo espiríto)



E
se
eu for silêncio
o que tu representarás?

E
se
eu for escuridão?
onde estará tua luz
para me aliviar,
para me remover das trevas

E
se
eu emudecer
face a minha ignorância
onde estará
reservada tua voz?
para me fazer feliz falar
ou falar-te feliz

Heim?!!!!?!!
falarás por mim?
assim Deus te guia.
Quando silenciamos
atiçamos a audição:
das trevas vem a maldição

Mas, o sorrir
vem da luz
o sorrir vem do alto;
de baixo vem a tristeza
infelizes são os que se deixam conceber
por ela
avarenta por natureza dúbia 

Para que
não sejas afetado pela tal
olhe para a luz que te irradia
ela pode estar ao seu lado
ela pode estar bem pertinho
e tu não perceber
ela pode até estar dentro de você
mas , deixe-a se espraiar
esta luz nos pertence
é só olhar a luz
que há no teu olhar.

<><><><><><><><>Bróis)<><><><><>>

Poemini desafio da casa 07 - Mário Bróis.



"Teu sorriso colorido
                                    minha alegria estampada"

Mãe (espasmos e dor)




"Mãmae
  ontem
 eu passei mal 
 e lembrei de você
 e gritei :
 maaaaaaamaaaaêêêêêêêêêê" - Alceu Valença.

)))((()))((()))((()))((()))((()))((()))((()))((()((

Na
abertura vaginal
fenda
por onde me fez vida...
oriundo da minha mãe
Dona Terezinha
quanta saudade sinto hoje
face à sua ausência

Na
fenda, tal qual
abertura
democratica para o nascer
dela a mesma fonte de prazer
entre espamos e orgasmos
um instante a dor do meu nascer
como poderei este momento esquecer

Ela
que me deu as primeiras lições
de amar a vida feito poeta
nada, nada,  nada neste momento me afeta
para banir a saudade e a emoção
em forma, feito lentidão
me torando por dentro
feito esquartejamento,
me decepando a cabeça
feito guilhotina, mas;
quem dera
evitar algo que em forma de saudade
me maltrate me despedace,
por quem vida me dera

Com certeza
onde quer que ela
esteja, em orbes celestiais
ou além mais, vai o meu ósculo
e um pouco de versos: 

gostava de ver você
de conversar com você
hoje me falta em quem buscar
conversas sem falsidade

nos meus sonhos agônicos
em busca de te encontrar
me bate um saudade sem fôlego
e eu fico a buscar
respiração,
pelos mínimos orifícios
do meu ser material

... quando o choro
é um grande antídoto
é como neste instante
age sobre mim.

Da série poemas guardanapo - a imponência da alegria




Nasci
para a arte
por isso
belicamente ando desarmado
a não ser uma caneta
um bloco, e as idéias aguardadas
armas que não ferem, e sim agradam

Nasci
para a alegria
por isso a tristeza
sempree e sempre tenta
se aproximar, mas
com minha arte expulso-a

Nasci
para a paz
por isso as guerras
se aproximam de mim
porém eu revestido
de arte, alegria e paz
elas se danam para os confins

Nasci
pra amar
por issso sou tão feliz
cada sofrimento que o amor
me proporciona não se reverte em dor
e sim em lembranças saudosas

Nasci
para o mundo
dele faço minha morada
e construo amizades
que não são desastradas
tudo isso porque são amizades
conquistadas com versos e prosas

Enfim
nasci para ser amado
por isso tenho lindos filhos, feito:
Gioconda, Giovana, Mariana
Marina e Leonardo.