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Fiz
do meu silêncio
um slogan
para amenizar
a consternação
que aflige a humanidade
Fiz
do meu protesto
uma enciclopédia
condenando
os que usam
o nome da democracia
para promover genocídios
Napoleão Bonaparte
primeiro anti-cristo
Adolfo Hitler
segundo anti-cristo
Átila
até poderia ser o terceiro
por ter sido o paradigma
da crueldade e da rapina
mas não;
haverá ainda o terceiro anti-cristo
pressupões-se que terá a alma incorporada
aos três sanguinários da história da humanidade
já supra citados.
Fiz
do meu discurso inflamável
um protesto
contra os ditadores,
tiranos, retrógrados
são na verdade psicopatas
e usam da liderança
para proveitos encíclicos e egocêntricos
Porque
a humanidade precisa
sempre e sempre e sempre
de um líder?
se até então houve decepção
mas, o maior líder não precisa de votos
o maior líder não vive a fazer guerras
e sim promover a paz
Até quando
vamos ter como
submissão o voto
pela obrigatoriedade?
Não é preciso ser ateísta
para estar distante de Deus
Caetano Veloso
num acerta canção diz:
"Quem foi ateu
e viu milagres como eu"
Quando ocorrem
fenômenos sobrenaturais
ficamos se questionando
- de onde vem tanta força?
o que a ciência explica
já está nos planos de Deus
Enfim
a matéria é putrefaz
e os espíritos imunes a ela
que bom
que Deus seja uma energia
que não podemos vê-lo
mas podemos tocá-lo.
(>(>(>(>(>(>)<)<)<)<)<)< )<)<)<)<)<)/body
20 de out de 2011
Da série pequenas resenhas
Outro dia expressei
psara o Renato
que sou apaixonado
pela casa da poesia
(e quem não é?)
acima de tudo
pelas relação democráticas
e socialistas que há aqui
Quando digo
que sou apaixonado
por esta casa
obviamente é porque sou apaixonado
por uma tremenda família
que somos nós, poetas
aqui postamente residente
Motivos tenho de sobra
para esta paixão
a começar pelas amizades
consituidas da melhor forma possível
através dos vocábulos
em versos, em prosas, em poemas
em poesias e mais poesias e mais poesias
este universo coletivo que nos rege
faz de Mário Bróis um ser feliz
e um poeta aficionado
deito com os vocábulos
acordo com os poemas
já amanheço o dia querendo acariciar
esta paixão, já levanto de manhã
com sede de ler estes poemas
que aqui são encantadores.
Se para alguns não tem o mesmo significado
que para mim tem, a diferença está
no prazer que tenho com a poesia
Hoje, não vou citar nomes
hoje aqui quero envolver todos os poetas
mesmo aqueles que eu ainda não tive
possibilidade de ler ou deixado de ser lido
quero que emocionalmente como estou
desde ontem, quando fui contemplado
mais uma vez por este poeta
sem limite de sensibilidade e humildade
Renato Baptista
venho sim em nome desta emoção
desta alegria, extrapolante
que me da o luxo de estar aqui agora digitando
dividindo minha emoção com vocês
meu muito obrigado pelo carinho
de todos
todos os comentários
sempre e sempre muito bem colocados
me deixando com esta liberdade
de aqui agora dizer-vos:
"Adoro, amo, todos vocês"
Ósculo
Brincando com os poetas amigos (part III) -
Dos versos
de Manoel de Almeida
aprendi a ler e declamar
por entre alameda
e no percurso onde
pranchas em forma de poemas
se estabelecem por entre árvores
sou fruto da imaginação
das poesias de Amarilis Pazzini
vejo versos de uma nova geração
Comprometido com os vocábulos
estou eu, a apreciar os alpes
poemas com mestria e simetria
feito os versos de Alício Alves
tão nu e tão real
quanto seu violão, da foto no chão
E eu envaidecidamente
embevecido de rimas, e rima e rimas
fico mais feliz ainda
quando leio Zezinha Lins
e seus poema é como música de Ivan Lins
uma soberania a cada verso
Feito poeta estou eu
instalado e restaurado
entre vocês irmão, cúmplices, amigos
e dos escritos de Taís Mariano
meu Deus que poetisa!!!
são versos que nunca me engano
e lei-a e leio-a e leio-a, numa linha
me equilibrando por entre o meridiano
atingindo os dois hemisférios da terra
E de lá do alto
majestosamente o reino dos poetas
gritarei para a Dama dos vocábulos
em alto e bom som
que dos poemas que me emprestes
estejas presente Beatriz Prestes
onde cada nota musical de suas poesias
tudo, tudo mesmo, é motivo de alegrias.
Em tempo de reflexão (diante do espelho)
Ao
contemplar
o meu semblante num espelho
num momento
peculiar
percebi o quanto
o tempo
nos rouba (ou frusta)
nossa idade
No ápice
da terceira idade
a ida
a vaidade
mostra a certeza do tempidade
(tempo e idade)
Óbvio
a culpa é do espelho
porém se nele está
a verdade in loco
ninguém escapará
da certeira idade apresentada pelo espelho
Se minha foto
não fosse tão amarelada pelo tempo
e não me denunciasse
(pelas rugas de diferença)
aí sim!!!
a foto seria algo genial
mas, genial mesmo
só o espelho
refrata nossa real ida
ao pretérito, enfocando o presente
então incorporemos ele (o espelho)
como elemento de pura emoção,
instantaneamente
Debalde
neste momento
convido o leitor a fazer
essa leitura diante do espelho
e descrevê-la, dissertar
leia o que ele mostra
faça um rascunho e solte
por entre as folhas caidas
com a chagada da primavera
e na renovação
das folhas dentro dos espelhos
renascemos também
Leitura meditativa
Para mim
não importa as guerras
elas são mentes dominandas
por quem não quer paz
estupidamente
desumanos
Para mim
não importa a inveja
ela desgasta a originalidade
das coisas que são essenciais a vida
Vivemos num mundo
onde a infelicidade impera
porque muitos esquecem
da criança que habita dentro de nós
Para mim
não importa a cobiça
isso é coisa de gente ordinária
onde a lei é a ignorância
e esquecem da doutrina cristã
Agora, o amor
para mim me interessa e muito
nele reside toda sabedoria
e toda a felicidade
vem através do amor
dos nossos atos, das nossas relações
A solidariedade
me interessa e muito
é através dela
que nos tornamos
mais humanos possível
A maioria das pessoas hoje
só se preocucam consigo mesma
e esquecem que o amor
é um pouco se doar
é um pouco de compreensão
é não desejar o mal
tendo amor
a felicidade chega e faz morada
Samba do orvalho
acordar
nesta madrugada
com a despedida
do nobre arrebol
pude sentir
um samba correr nas minhas veias
Com
a presença da alvorada
vi a gota do orvalho feito lágrima
escoando folha abaixo
feito lágrimas de emoção
e o ritmo do samba
dentro de mim me descontraindo
e eu fiquei pensando
nos movimentos daspassistas
na hora do sambódromo
Em
cada compasso
uma flor
um poema em cada passista
uma rosa
para a porta bandeira
para a bateria
daria toda primavera
descrita
pelo poeta da paz
Rogério Miranda
aí sim tudo será
só alegria.
Da série poemas misssivos (IV carta)
Para Marina - uma filha
(Mar)ina
mar
M(ar)ina
ar
(M)a r(ina)
mina
meu mar, meu ar, minha mina
Marina linda
eterna fonte d'água a minar
de ti quero incorporar
tua simplicidade aliada a tua beleza
teus gestos meticulosos sem malícia
teus cabelos crespos para trançá-los
teu perfume para ser um conquistador
Marina linda
tulipa das minhas liliáceas
tom exótico de minhas orquídeas
árvore frondosa da minha floresta
eterna fonte d'água a minar
Ó doce arrebatadora
dos meus sentimentos
doce delírio dos meus delírios
encanto maior dos meus encantos.
A dama dos vocábulos
Poeisa feita para Márcia Vilarinho
Acima de tudo pela nossa amizade
,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,
Ò dama expressiva
dos vocábulos
Arqueóloga nossa
da semiótica
desbravadora contundente
de missivas
Carmelita sapiente
dos hieróglifos
desgustadora exímia
de literatura
Que com seu dolmã
e espada em riste
do alto de sua elegância poética
(em exaltação às suas virtudes)
dirá: "e viva a democracia da poesia"
Esqueci o título
Dos
versos
que sonambolantemente me permeiam
em noites pirilampos
Da
concentraçao
lembro dos campos minados
perdendo soldados
livrando-os
das amarguras dos peasdelos
Meus versos
em resíduos fragmentados
clamam por vocábulos nobres
como eles não chegam
nos intervalos da insônia
sinto o odor da hamônia
in-narina adentro
Se
o alprazolan
me retira da manhã
a nobreza e beleza do arrebol
onde se esconde o meu sol?
que dele o meu eu se perdeu.
Porém
se na noite eu me acho
por inteiro
com as estrelas
então elas me pertencem e eu a elas
a noite sou puro espelho lunático
e se a é lua cheia
sou inteiro, sou total
entretanto em quarto minguante
sou resíduos de cintililância
Honrosamente
se tenho as estrelas como parceiras
jamais deixarei de ter brilho próprio
reluzente - re-luz-ente
e neste infindo cintilante
lembro dos amigos poetas
é eles mesmos as estrelas que me refiro
me tornando estrela entre eles
visto meu terno
pra ficar elegante
Aproveito improviso um palco
e faço um discurso feito um poema:
"amigos poetas, entre sóis
e entre luas
estamos nós soprando versos
no meio do tempo
no meio das ruas
por entre sol e por entre lua
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